DICIONARIODEINFORMATICA . COM . BR

D



- - - - - - - - Não esconda seu site em listas infinitas e gratuítas - - - - - - - - divulgue-o no sstor pago dos mecanismos de busca Brasileiros - - - - - - - -

DI


A

Ak

B

C

Ck

D

E

F

G

H

I

J

K

L

M

Mk

N

O

P

Pk

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z





DAT
Digital Audio Tape
Fita digital para gravação de som

DATA MINING
Mineração de dados

DATA WEREHOUSE
Armazém de dados
Depósito onde se estocom dados
Sistema que guarda e organiza todas as informações que estão espalhadas por vários outros sisstemas dentro de uma empresa, de modo a possibilitar que sejam examinados posteriormente, para descoberta de novas tendëncias, ou para sugestão de novas estratégias.
conjunto de tecnicas que interligadas alimentam um sistema completo de apoio a decisão.

Básicamente datawerehouse é a transformação de milhares de dados brutos armazenados em dezenas ou centenas de diferentes setores de uma empresa em informação útil, pronta para ser avaliada e utilizada Veja mais




DCCP
(Datagram Congestion Control Protocol) para Linux,
Um novo protocolo de Internet, como o TCP e UDP.


DCE
Data Communications Equipment
Equipamentos de Comunicação de Dados
Enquadran-se nesta categoria tanto equipamentos de transmissão como recepição de dados, como também é claro, os que exercem as duas funções.
Telefone, modem, impressoras, scanners etc.




DEBUB
Depurar
Procurar pequenos erros no sistema, em um programa, ou na máquina


DEFAULT
Padrão valor pré definido
parametro básico
a configuração atual ,
a configuração assumida pelo hardware ou software se o usuário não especificou de outra forma

DEFAULT ADDRES
Endereço Padrão
Em um servidor de páginas, no menu de emails, é o sub-menu onde se entra para configurar um endereço padrão para onde todo e qualquer e-mail que cheguem para aquele determinado site, sejam direcionados.
O endreço padrão direciona para outro endereço configurado até mesmo qualquer nome de usuário, mesmo erado. Ou seja:
se você não se lempra do nome do usuário, mas se lembra o nome do domínio, poderá enviar um e-mail pois todo o Webmaster zeloso pelos interesses de seus clientes, deverá ter configurado um Endereço padrão para a emprêsa proprietária do domínio. Evitando assim que a mesma venha a perder clientes por terem os mesmos esquecido de usuário de algum funcionário da empresa.

Nome de usuário é a primeira parte do E-mail, a que vem antes do sinal de arroba EX:
nome_de_usuario_@_nome_de_dominio.com.br

No endereço de e-mail acima, nome_de_usuário é o nome do funcionário ou de um departamento da emprêsa, e nome_de_domínio é o endereço do site da Emprêsa.

NOTA: esta vantagem só se aplica a emprêsas que tenham o seu site próprio, pois neste caso, o funcionário que recebe os e-mails com endereço padrào, deverá conhecer a emprêsa e iddentificará a que departamento se destiam, pelo assunto da mensagem.

Nos casos de Emprêsas pequenas, é aconselhavel também, que o nome de domínio seja um nome forte, ou seja: Um nome que tenha tudo a ver com o ramo da emprêsa, pois com o pssar dos tempos é mais fácil do cliente lembrar do mesmoo.

DEFAULT DIRECTORY
Diretório padrão o mesmo que corrente directory


DENIAL OF SERVICE
Negação de Serviços
Ataques de Negação de Serviço
EEL878 - Redes de Computadores I
Profº Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte
4.1: Quem são as vítimas?
Vítimas de ataques de negação de serviço incluem não só os alvos finais, mas também máquinas usadas como agentes de ataque. Estes últimos incluem quaisquer máquinas de usuários comuns ao redor do mundo. Os alvos finais de ataques recentes incluem:

  • Redes de IRC;
  • · Sites e servidores de agências americanas de inteligência e segurança como o FBI, CIA, NASA, NSA (Agência de Segurança Nacional americana);
  • · Sites envolvidos em conflitos políticos (Israel/Palestina, Índia/Paquistão);
  • · Sites ligados a assuntos terroristas;
  • · Sites ligados a órgãos de imprensa evidentes nos grandes conflitos armados e políticos (CNN, New York Times, Al Jazeera);
  • · Grandes portais de internet (Yahoo);
  • · Sites de pornografia;
  • · Sites de apostas e jogos de azar;
  • · Servidores de websites;
  • · Sites anti-spam e de medidas de segurança na internet;
  • · Sites de gigantes do comércio eletrônico como e-Bay e Amazon;


· Microsoft.
Tal qual são variadas as motivações para ataques de negação de serviço, como visto na seção 1.2, as vítimas dos ataques variam de grandes corporações a sites que apóiam causas políticas.
Assim, embora não seja possível generalizar potenciais vítimas de negação de serviço, torna-se também bastante difícil determinar que dado site ou servidor está imune a ataques. Afinal, ainda hoje há ataques sem nenhuma motivação política ou econômica: Apenas para exibir capacidades como hacker.

4.2: Providências legais e jurídicas
Embora o Brasil ainda não tenha leis específicas para a Informática em seu Código Penal, que data de 1940, várias leis podem se aplicar a conseqüências de ataques de negação de serviço:

    Extorsão: Art. 158 - Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar fazer alguma coisa. A pena é de reclusão de 4 a 10 anos, e multa, e pode ser acrescida de até metade se o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
  • o Aplicável a ataques que exigem algum tipo de pagamento por proteção contra ataques ou não realização destes.
    · Usurpação: Art. 161 - Suprimir ou deslocar tapume, marco, ou qualquer outro sinal indicativo de linha divisória, para apropriar-se, no todo ou em parte, de coisa imóvel alheia. A pena é de detenção de 1 a 6 meses, e multa.
  • o No caso, o tapume (terreno) seria a rede de computadores, e este é o caso no qual um atacante possui uma máquina alheia (o imóvel) para utilizá-la como agente da negação de serviço.
    · Dano: Art. 163 - Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia. Pena: detenção, de 1 a 6 meses, ou multa. Se contra patrimônio público, tem-se dano qualificado, e a pena é detenção de 6 meses a 3 anos e multa.
    · Apropriação indébita: Art. 168 - Apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção. Pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa; Art. 169 - Apropriar-se alguém de coisa alheia vinda ao seu poder por erro, caso fortuito ou força da natureza. Pena de detenção de 1 mês a 1 ano e multa.
  • o Ambos aplicáveis também à posse de agentes. ·
    Estelionato: Art. 171 - Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento, parágrafo 2º - Disposição de coisa alheia como própria (vender, permutar, dar em pagamento, em locação ou em garantia coisa alheia como própria). Pena de reclusão de 1 a 5 anos e multa.
  • o Posse de máquinas alheias cujo controle é repassado, vendido, etc; Fornecimento a atacantes de senhas que possam controlar redes.
Fonte: UFRJ.br

DEPLOYMENT
Desdobramento

DEPURAR
Procurar pequenos possíveis erros no sistema, em programas, ou na máquina.


DES
Data Encryption Standard
Padrão para encriptação de dados
Um padronizado para codificar dados

DESCOMPACTAR
Recuperar o formato original de um arquivo que havia seido compactado.
O mesmo que descomprimir

DESCOMPACTADORES
Programas usado para descompactar arquivos compactados.
clique aquí para ver mais sobre softwares descompactadores de arquivos

DESCOMPRIMIR
Recuperar o formato original de um arquivo que havia sido comprimido

DESENVOLVEDOR DE SITES
O desenvolvedor de sites é um tipo de programador específico que cria programas em linguagens de programação que são transformadas em páginas para que são enviadas para um computador especial, chamado Servidor Host Web, para serem divulgadas no mundo atravéz da Web.

DESENVOLVEDORES
Profissionais de informática especializados em desenvolvimento de programas ou sites Web.
clique aquí para ver desenvolvedores de sites

DESIGN (di zain)
Desenho, projeto, planejamento


DETECTAR
Motor o que esta escondido captar: detectarum novo hardware (no windows )
Tarefa feita pelo sistema operacional Wimkdows.


DEVELOP ( di-velap )
Desenvolver, incrementar.

DEVELOPERS
Desenvolvedores de programas ou sites web
clique aquí para ver desenvolvedores de sites

DEVELOPMENT ( di-vélapment)
desenvolvimento

DEVICE
Dispositivo
Hardware periférico que desenvorme básicamente uma única atividade específica
Máquina que faz a sua parte específica no proesso informático.
Existem dispositivos de entrada como o teclado e o microfone, ee de saída como a impressora e o autofalante.





DHCP
Dynamic Host Configuration Protocol
Protocolo Configuração dinâmica de IPs de máquinas em rede
Protocolo de configuração automática de endereços
Protocolo que configura automáticamente um endereço IP para cada máquina que entra em uma rede.
A máquina juntamente com o protocolo que fornece os IPs para as demais.
O DHCP segue normas estabelecidas por organizações e empresas ligadas a informática e redes.

DHTML
Dynamic Hipertext Mark-up Language
Linguagem de marcação de hipertexto dinâmica
Uma encrementação da linguagem HTM/l que permite o uso de Java Script em páginas HTML
O DHTML torna as páginas HTML mais interativas.




DIAL (daial)
Relógio de sol
mostrador

DIAL-UP
inicialmente, o termo referia-se a discagem feita por meio de Dial de discagem ou de linha discada. Apesar de os modens não usarem um dial físico o sistema de chamada produz o mesmo efeito, por meio de bips, cada algarismo do número discado tendo a mesma quantidade de bips do algarismo decimal chamado


DICIONÁRIO DE INFORMÁTICA
Conjunto de termos próprios usados na informática

Relação de alguns dicionários de informática encontrados na WEB:


DIE (dai)
Dado
morrer,




DIFUSÃO
É um fumaciado que pode ser colocado em volta de um objeto, testo ou imagem
Veja Como fazer Difusão

DIGITAL
Referente a dígitos binários
Sistema baseado em 2 balores: o 0 e o 1
Em eletrônica significa sistem com 2 níveis de voltagem: ativada ou desativada
Qualquer dispositivo que represente valores na forma de números binários.
Lingufgem eletrônica,
A única linguagem que o computador consegue entender.

DIGITALIZAR Colocar na linquajem do conputador, transformar em díjitos

DÍGITO
Valores representados por números binários a linquajem eletrónica de conputador




DIMM
Dual In Line Memory Modules
Módulos de memória em linha dupla




DIRECTORY INDEX DirectoryIndex, Comando que informa ao servidor quais os arquivos deverão ser exibidos automaticamente como índice do diretório.
É isso que faz com que ao digitar, por exemplo, “www.guia-aju.com.br, o servidor saiba qual dos arquivos do diretório deve ser exibido.
Abaixo temos um exemplo da utilização do DirectoryIndex:

DirectoryIndex index.html index.htm index.php3




DISABLE ( di-seibli )
Desabilitado
desabilitar
Opção que deixa um dispositivo inoperante, fora de ação.
O contrário é enable (habilitado)

DISC (disc)
disco

DISCO CIENTE
Disco de Configuração de Cliente Disco que você cria na máquina que será o servidor de rede e usa para configurar os navegadores em outras máquinas de sua rede doméstica para usaro compartilhamento de conexão com a Internet

DISK (disc)
Disco

DISK DRUID
Ferramenta para particionamento e configuração de pontos de montagem usada na instalação do Linux

DISPLACE (dis-peis)
Deslocar

DISPLAY (dis-plai)
mostrar, exibir

DIN
Deutsche Industrie Norm
Orgão que regula normas e padrões na Alemanha
veja conector din


DIRECT X
Ferramenta para desenvolvimento de aplicativos multimídia
O direct X fax com que arquivos de multimídea trabalhem mais rápidamente no Windows
Biblioteca ou coleção de vários códigos prontos para serm utilizados na instalação de aplicativos que utilizam recursos de multimídia avançados.

DIRETAS AO SISTEMA
Manipulaçõea a nível de bits

DIRETÓRIO ATUAL
É o diretório que contém os documentos em que voce está trabanhando

DIRETÓRIO CORRENTE
Diretório padrão


DISCO DE INICIALIZACÃO
Disco de boot qualquer disco capaz de carregar e inicializar o sistema operacional
disco que contém todos os arquivos necessários a inicializacÀO DO SISTEMA OPERACIONAL

DISCO DE INSTALACÃO

disco que aconpanha um periférico para ajudar na sua instalacão

DISPOSITIVO
Mecanismo eletrônico
Qualquer máquina eletrônica que faça parte e trabalhe em conjunto com outras e se completem.
Qualquer mecanismo de hardware.

DISQUETE
Disco magnético pequeno e removível muito prático para guardar informações de computador.
Os disquetes atuais possúem um raio de 3,5"polegadas e uma capacidade de armazenagem de 1,44 MB.
Hoje existem os Zip Discos que podem amazenar 100 mb, 250mb e possúem práticamente o mesmo diametro dos disquetes tradicionais, sendo apenas um pouco mais espeços em torno de 5mm enquanto que os tradicionais possúem aproximadamente 3 mm de espessura.


DITHERING
Pontilhamento
Conjunto de pontos minúsculos que podem ser usados para criar cores intermediárias as cores básicas.


DIV
Tag usada em HTML para alinhar blocos de texto.
A tag DIV deve ser usada seguida do comando ALIGN e com os seguintes parâmetros:
left, right, center
ficado o comando completo da seguinte forma:

  • < DIV align=left >
  • < DIV align=right >
  • < DIV align=center >



D L L
Arquivo que contem rotinas (instruções ) que podem ser utilizadas pelos programas.
DLLs são arquivos que são instalados nos seu microcomputador para serem usados pelo sistema operacional e por vários outros programas que delas necessítem.
São arquivos que são plantados no seu computador para servirem de suporte a programas e oa sisstema operacional

As DLL são muito usadas por programas antivirus para fazer as atualizações de definições de virus, que servem para que o programa anti-virus posssa detectar os novos viros que são diáriamente criados.
Por essa razão, alguns criadores de virus projetam virus que destruam certas DLL para que não podendo ser o programa atualizado, fique o sistema vulnerável a nóvas prágas tecnológicas.




DMA
Direct Memory access
Acesso direto a memória
Tipo de acesso a memória que certos dispositivos podem ter sem passar pelo processador.
DNS
Domain Name System.
Sistema de Nome de Domínio
Sistema usado na Internet para relacionar o numero que todo o computador possúi, a um nome.

DNSSEC
DNSSEC é o nome dado às extensões de segurança que estão sendo propostas para o protocolo do DNS. Ele é definido pela RFC 2065, embora seja ainda considerado por muitos como um trabalho em progresso, pois não existe nenhuma implementação de uso corrente. Paul Vixie, num e-mail recente para a lista de usuários do BIND, disse que o desenvolvimento de um BIND com suporte de DNSSEC deve ser acelerado agora que a ISC (Internet Software Consortium) conseguiu uma pessoa para trabalhar nisto, e um acordo estava em andamento para permitir o uso/distribuição de bibliotecas de criptografia junto com o BIND.

A RFC 2065 trata de detalhes bastante complexos das alterações propostas, o texto a seguir dará apenas uma breve introdução ao uso do DNSSEC para resolver/atenuar o problema de segurança descrito.

SERVIÇOS NOVOS DO DNSSEC

As extensões propostas fornecem 3 serviços distintos: distribuição de chaves, certificação da origem dos dados e certificação da transação e requisição. Seguindo a filosofia original do DNS, os dados são de domínio público e não existe diferenciação dos clientes, isto é, todos recebem a mesma resposta (pelo menos no protocolo, o próprio BIND fornece maneiras de proteger os dados). As extensões não pretendem incluir nenhum tipo de lista de acesso ou outros meios de diferenciar os resolvedores de nomes.

As extensões introduzirão 3 novos RRs: KEY, SIG e NXT. A RFC 2065 detalha o formato destes RRs. Neste artigo, elas serão citadas no seu uso, para maiores detalhes os leitores são convidados a ler a RFC.

DISTRIBUIÇÃO DE CHAVES

Um RR chamado KEY foi especificado de forma a permitir ao DNS a distribuição de chaves públicas de criptografia. Este RR inclui campos com um identificador de algoritmo, parâmetros necessários ao uso da chave pública, além de uma série de indicadores, tais como o tipo da entidade associada à chave ou a ausência de associção da chave com entidades.

RRs KEY serão anexados à seção de dados adicionais, automaticamente, pelos servidores de nomes seguros, sempre que possível.

CERTIFICAÇÃO DA ORIGEM E DA INTEGRIDADE DOS DADOS

A certificação será obtida por assinatura criptográfica associadas aos RRs. Cada RR de uma zona terá associado um RR SIG. Geralmente, haverá uma única chave privada que assinará por toda uma zona. Se um resolvedor seguro aprender de modo confiável a chave pública da zona, ele poderá verificar se os dados assinados são certificados e razoavelmente atuais.

Esta chave de certificação da origem dos dados pertence à zona e não aos servidores que armazenam cópias dos dados. Isto significa que o comprometimento de um servidor, ou até mesmo de todos os servidores de uma zona, não necessariamente afeta o grau de garantia que um resolvedor tem de que ele pode determinar se o dado é legítimo.

A transmissão de RR SIGs assinando os RR das respostas não resolve, entretanto, o problema das respostas negativas, isto é, a resposta dada por um servidor quando um nome não existe, ou o tipo procurado não existe. Isto é resolvido com a introdução do RR NXT (non-existent). Este RR carrega a informação de que o nome procurado não existe, o nome mais próximo imediatamente anterior (talvez o próprio) e os tipos (A, MX, LOC, ...) a ele associados. Como os outros RRs, o RR NXT será assinado e terá um RR SIG associado. Estes RRs (NXT e SIG) deverão ser gerados a partir dos arquivos de zonas utilizados no DNS atual, usando uma chave privada guardada no servidor de nomes primário (master). Eles não são gerados dinamicamente. Portanto, não significam um acréscimo significativo de processamento para o servidor de nomes.

Existem dois casos em que um RR SIG não é assinado pela chave privada da zona. O primeiro caso dá suporte à atualização dinâmica quando algumas estações têm permissão para atualizar dinamicamente (DNS dinâmico) dados de uma zona. A estação fica, então, responsável também pela assinatura dos RRs modificados. A chave pública desta estação estará presente no arquivo da zona e será assinada como os outros RRs da zona, mas os RRs atualizados/modificados devem ser assinados pela estação.

O segundo caso suporta a certificação da transação e da requisição. A assinatura dos RRs não protege os cabeçalhos das mensagens do DNS nem suas requisições. Se os bits do cabeçalho foram falsificados por um servidor, existe pouca coisa que pode ser feita. Entretanto, é possível adicionar a certificação da transação. Tal certificação significa que um resolvedor pode ao menos ter certeza que ele está recebendo a resposta do servidor para quem ele acredita ter passado a consulta e que a mensagem não foi manipulada no caminho. Isto é feito adicionando, opcionalmente, um RR SIG no final de uma resposta que assina a concatenação da resposta do servidor com a consulta do resolvedor.

Consultas também podem ser assinadas com um RR SIG. No DNS atual, tais assinaturas não são usadas mas, no futuro, elas podem ser úteis para requisições de atualização dinâmica ou consultas especiais.

O protocolo detalha diversos aspectos de implementação que não serão tratados neste artigo mas que o leitor mais interessado deve verificar na RFC 2065. Em particular, é interessante ver o tratamento da assinatura de transferência de zona para servidores escravos, dos problemas que envolvem os CNAMEs, da expiração das assinaturas, os algoritmos de criptografia considerados e o formato das mensagens.

Conclusão
No estágio atual, a certificação pelo nome usando o DNS é altamente insegura. Protocolos implementados pelos comandos rsh, rlogin, rcp e telnet devem ser usados com muito cuidado e os administradores de sistema devem vigiá-los com tcp wrappers ou filtrá-los nos seus roteadores. A principal causa desta insegurança vem da possibilidade de poluir/adulterar o conteúdo das caches dos servidores de nomes do DNS que são utilizados para a certificação por nome. Embora muitos dos problemas no passado com o BIND tenham sido creditados a erros de implementação, existem omissões de segurança no próprio protocolo do DNS atual que permitem ataques não muito complexos aos servidores de nome.

Uma solução para parte destes problemas de segurança no DNS é proposta na RFC 2065 com algumas extensões ao protocolo atual. Estas extensões procuram validar os dados através de assinaturas criptográficas digitais. Para tanto, foram criados 3 novos RRs, KEY, SIG e NXT. Dessa forma, o DNS poderá servir também como uma maneira de distribuir chaves públicas (RR KEY) para outros usos, além da validação dos seus próprios dados. Com o uso de servidores de nomes seguros, isto é, servidores que assinem os seus RRs, e resolvedores seguros é possível garantir que os dados foram emitidos por quem se espera e não por alguém tentando invadir o seu sistema.

Além disso, o DNSSEC fornece uma estrutura de validação possível para o DNS dinâmico que pode torná-lo menos perigoso do ponto de vista de segurança.

Referências
Paul Vixie, DNS and BIND Security Issues, 5th Usenix Security Symposium, 1995.
D. Eastlake & C. Kaufman, Domain Name System Security Extensions, RFC 2065, 1997.
Paul Albitz & Cricket Liu, DNS and BIND, 2nd Ed, O'Reilly, 1997.
R. Elz & R. Bush, Clarifications to the DNS Specification, RFC 2181, 1997.
NewsGeneration, um serviço oferecido pela RNP – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa




DOBRA
A secçào de sua página que fica visível na tela do monitor logo que a mesma é aberta. Sem a necessidade de rolagem para baixo.

DOCUMENTAÇÃO
Manuais e demais instruções sobre como usar um determinado programa

DOCUMENTO
Qualquer arquivo que tenha sido criado pelo usuário.
Os documentos são criados pelo usuário de computador,
Não é necessário o uso de aplicativos de edição de texto como este documento que você está lendo por exemplo. Ele é feito em um bloco de notas sem o auxílio de editor de HTML, de texto ou de corretor ortográfico, para que páginas que cada mes podem ficar maiores, possam ser abertas rápidamente na Web.
No entanto tudo tem um custo. E neste caso o custo são as centenas de erros tanto de digitação quanto de portquês.
Textos, planilhas, bancos de dados, desenhos criados pelo usuário usando.

DOING (duin)
realização; execução; feito.


DOM
Document Object Model

DOMÍNIO
Domínio é o endereço eletrônico de uma empresa. Ele foi concebido com o objetivo de facilitar a memorização dos endereços de computadores na Internet. Sem ele, teríamos que memorizar uma enorme sequência numérica. Em geral usa-se a forma (www.nomedaempresa.com.br).


DOMÍNIO DE PRIMEIRO NÍVEL - DPN
São as terminações de nome de domínio
Abaixo relacionamos uma lista de domínios de primeiro nível do Registro.br (a Nic Brasileira)
DPNs para Instituições (Somente para pessoas jurídicas)

  • AGR.BR Empresas agrícolas, fazendas
  • AM.BR Empresas de radiodifusão sonora
  • ART.BR Artes: música, pintura, folclore
  • EDU.BR Entidades de ensino superior
  • COM.BR Comércio em geral
  • COOP.BR Cooperativas
  • ESP.BR Esporte em geral
  • FAR.BR Farmácias e drogarias
  • FM.BR Empresas de radiodifusão sonora
  • G12.BR Entidades de ensino de primeiro e segundo grau
  • GOV.BR Entidades do governo federal
  • IMB.BR Imobiliárias
  • IND.BR Industrias
  • INF.BR Meios de informação (rádios, jornais, bibliotecas, etc..)
  • MIL.BR Forças Armadas Brasileiras
  • NET.BR Detentores de autorização para os serviços de Comunicação Multimídia (SCM), Rede e Circuito Especializado (SLE) da Anatel e/ou detentores de Sistema Autônomo conectado a Internet conforme o RFC1930
  • ORG.BR Entidades não governamentais sem fins lucrativos
  • PSI.BR Provedores de serviço Internet
  • REC.BR Atividades de entretenimento, diversão, jogos, etc...
  • SRV.BR Empresas prestadoras de serviços
  • TMP.BR Eventos temporários, como feiras e exposições
  • TUR.BR Entidades da área de turismo
  • TV.BR Empresas de radiodifusão de sons e imagens
  • ETC.BR Entidades que não se enquadram nas outras categorias

DPNs para Profissionais Liberais (Somente para pessoas físicas)
  • ADM.BR Administradores
  • ADV.BR Advogados
  • ARQ.BR Arquitetos
  • ATO.BR Atores
  • BIO.BR Biólogos
  • BMD.BR Biomédicos
  • CIM.BR Corretores
  • CNG.BR Cenógrafos
  • CNT.BR Contadores
  • ECN.BR Economistas
  • ENG.BR Engenheiros
  • ETI.BR Especialista em Tecnologia da Informação
  • FND.BR Fonoaudiólogos
  • FOT.BR Fotógrafos
  • FST.BR Fisioterapeutas
  • GGF.BR Geógrafos
  • JOR.BR Jornalistas
  • LEL.BR Leiloeiros
  • MAT.BR Matemáticos e Estatísticos
  • MED.BR Médicos
  • MUS.BR Músicos
  • NOT.BR Notários
  • NTR.BR Nutricionistas
  • ODO.BR Dentistas
  • PPG.BR Publicitários e profissionais da área de propaganda e marketing
  • PRO.BR Professores
  • PSC.BR Psicólogos
  • QSL.BR Rádio amadores
  • SLG.BR Sociólogos
  • TRD.BR Tradutores
  • VET.BR Veterinários
  • ZLG.BR Zoólogos

DPN para Pessoas Físicas (Somente para pessoas físicas)
  • NOM.BR Pessoas Físicas
DOMÍNIOS NATURAIS
É o mesmo que nomes de domínio perfeito
São aqueles nomes de domínio que trazem o nome da coisa que seu site expõe.
Por exempro: www.dicionariodeinformatica.com.br é um nome de dominio perfeito pois o seu site é um dicionário e trata sómente de assuntos de informática.
A grande vantagem de um domínio natural é o alto potencial de lembança que as pessoas que o vititaram adquirem sobre o site visitado. Possibilitando que se lembrem do mesmo em uma próxima vez que quiserem voltar novamente.

DOMÍNOS PERFEITOS
O mesmo que nomes de domínios naturais


DOS
Disk Operating System.
Sistema Operacional em Disco
Sistema operaciona mono usuário sómente texto que é gravado em disco magnético.


DOT
Ponto
Um desenho ou caractere é formado por um conjunto de dots ou pontos,
Esses pontos, quando nos referimos a impressoras, são medidos por polegadas quadradas.
Já quando se trata de monitores, é mais usado os Pixeis por polegada.

DOT PER INCH
D P I
Pontos Por Polegada
Unidade de medida de resolução de documento impresso.

DOT PRINTER
Impressora por pontos
Impressora que imprime por meio de Pontos
O mesmo que impressora matricial


DOWN ( daun )
para baixo

DOWNLOAD
É o ato de baixar arquivos de um outro computador, para o seu.
O contrário de Download é o Upload .

DOWSTREAM
Uma rede de dados via cabo que descreve a direção dos dados recebidos pelo computador




DPMS
Indicador Power
Nos monitores de computador, um indicador que acende uma luz verde quando o monitor está operando normalmente, e se o monitor estiver em modo DPM (EnergY Saving) a cor do indicador muda para laranja.




DPN
Domínio de Primeiro Nível
Abaixo relacionamos uma lista de domínios de primeiro nível do Registro.br (a Nic Brasileira)
DPNs para Instituições (Somente para pessoas jurídicas)
  • AGR.BR Empresas agrícolas, fazendas
  • AM.BR Empresas de radiodifusão sonora
  • ART.BR Artes: música, pintura, folclore
  • EDU.BR Entidades de ensino superior
  • COM.BR Comércio em geral
  • COOP.BR Cooperativas
  • ESP.BR Esporte em geral
  • FAR.BR Farmácias e drogarias
  • FM.BR Empresas de radiodifusão sonora
  • G12.BR Entidades de ensino de primeiro e segundo grau
  • GOV.BR Entidades do governo federal
  • IMB.BR Imobiliárias
  • IND.BR Industrias
  • INF.BR Meios de informação (rádios, jornais, bibliotecas, etc..)
  • MIL.BR Forças Armadas Brasileiras
  • NET.BR Detentores de autorização para os serviços de Comunicação Multimídia (SCM), Rede e Circuito Especializado (SLE) da Anatel e/ou detentores de Sistema Autônomo conectado a Internet conforme o RFC1930
  • ORG.BR Entidades não governamentais sem fins lucrativos
  • PSI.BR Provedores de serviço Internet
  • REC.BR Atividades de entretenimento, diversão, jogos, etc...
  • SRV.BR Empresas prestadoras de serviços
  • TMP.BR Eventos temporários, como feiras e exposições
  • TUR.BR Entidades da área de turismo
  • TV.BR Empresas de radiodifusão de sons e imagens
  • ETC.BR Entidades que não se enquadram nas outras categorias

DPNs para Profissionais Liberais (Somente para pessoas físicas)
  • ADM.BR Administradores
  • ADV.BR Advogados
  • ARQ.BR Arquitetos
  • ATO.BR Atores
  • BIO.BR Biólogos
  • BMD.BR Biomédicos
  • CIM.BR Corretores
  • CNG.BR Cenógrafos
  • CNT.BR Contadores
  • ECN.BR Economistas
  • ENG.BR Engenheiros
  • ETI.BR Especialista em Tecnologia da Informação
  • FND.BR Fonoaudiólogos
  • FOT.BR Fotógrafos
  • FST.BR Fisioterapeutas
  • GGF.BR Geógrafos
  • JOR.BR Jornalistas
  • LEL.BR Leiloeiros
  • MAT.BR Matemáticos e Estatísticos
  • MED.BR Médicos
  • MUS.BR Músicos
  • NOT.BR Notários
  • NTR.BR Nutricionistas
  • ODO.BR Dentistas
  • PPG.BR Publicitários e profissionais da área de propaganda e marketing
  • PRO.BR Professores
  • PSC.BR Psicólogos
  • QSL.BR Rádio amadores
  • SLG.BR Sociólogos
  • TRD.BR Tradutores
  • VET.BR Veterinários
  • ZLG.BR Zoólogos

DPN para Pessoas Físicas (Somente para pessoas físicas)
  • NOM.BR Pessoas Físicas



DRAFT
Rascunho

DRAG
Arrastar

DRAG AND DROP
Arrastar e soltar
Técnica que consiste em clicar com o mouse em cima de uma figura ou arquivo e movela para outro lugar, ou até mesmo para outra pasta simplesmente arrastando essa figura ou arquivo até o lugar desejado e depois, chegando lá, soltar o dedo do botão do mouse. DRIVE SPACE
Espaço no drive af)conputador ou desconpartado de disco ,formatador de disco af)ferram ,de sist, que conpacta desconpacta disco,ou formata disco ferramenta para aumentar o espaço de armazenamento em unidades de disco atráves da conpctuacão dos dados

DRAW (dró)
Desenhar

DRAWER (dróar)
desenhista

DRAWING (dróin)
desenho


DRIVE (draiv)
acionar, dirigir.
Dispositivo físico que dirige um disco de informações.
Exite em uma CPU vários DRIVEs:

  • drive de CD Rom
  • drive de Disquetes
  • drive de disco régido
  • drive de DVD
  • drive de Gravação de CDS o DVDs

DRIVE DE CDROM
Drive que lê discos de CD

DRIVE DE DISCO RÍGIDO
HD
Disco Rígido
É o drive que lê, grava e armazena informações em discos magnéticos metálicos que geralmente são localizados no interior da CPU.
Os discos do HD ou disco rígido, não são removíveis e sua capacidade de armazenamento é bastante grande, chegado hoje a ter os micros mais populares HDs com capacidade entre 40 e 80 Gigabytes de armazenamento.
O primeiro HD foi usado no PC XT e possuía uma capacidade de 40 MB ( menos de um milésimo da capacidade dos maiores HDs usados em micros populares hoje em dia).

DRIVE DE DISQUETES
Drive que movimenta, le e grava disquetes removíveis.

DRIVER
Programa que dirige e controla o funcionamento de um dispositivo interno ou externo de computador
Todo o dispositivo físico de computador necessita de um Driver para poder funcionar corretamente.

O Drive de CDROM (dispositivo físico) necessita de um DRIVER ( programa ) que o dirija. Para que ele ( drive de CDROM ) possa dirigir a leitura de um Disco de CD por exemplo.
Os Drivers podem acompanhar os dispositivos vindo juntos na hora de sua venda, ou no caso dos mais comuns, já estão incorporados nos sistemas operacionais mais usuais.

DRIVER DE DISPOSITIVO
O mesmo que Driver
Programa que dirige o funcionamento de um dispositivo físico de computador.

DROVE (-drouv)
moveu, empurrou, acionou

DRUID
Druida
Antigo secerdote




DSL
Digital Subscriber Line
Linha Digital para assinantes. Linha telefonica digital utilizada por assinantes do serviço de acessoa a Internet de banda larga.

DSN
Data Source Name




DTR
Date Transfer RATE
Taxa de transferência de dados
é usada para medir a taxa de transferência de um dispositivo de rede ( modem geralmente ).




DUAL CORE
Dois corações
Processador com 2 núcleos de execução em 1 único processador físico
Com uma arquitetura Dual Core, um processador é capaz de executar um numero de tarefas, inclusive pesadas, ao mesmo tempo.
Processador Intel Pentium D, por exemplo, além de ser um processador Dual Core, conta com um vasto conjunto de tecnologias que buscam oferecer aos usuários um vasto conjunto de funcionalidades e valor além dos Gigahertz. São ela:
  • EDB - Execute Disable Bit
    Tecnologia que combinada a um programa antivirus aumenta de forma significativa a segurança do sistema
  • EMG64T - Extend Memory 64 Tecnology
    Com essa tecnologia o Pentium D está preparado para rodar a próxima geração de sistemas operacionais e aplicativos de 64 bits
  • EIST- Enhanced Intel SpeedStep
    Essa tecnologia reduz o consumo de energia do computador e sua dissipação de calor, colaborando também para a redução de níveis de ruído do equipamento
  • VT - Virtualization Tecnology
    Com um processador Intel Pentium D, sequ"encia 900 com suporte a VT é possível rodar dois sistemas operacionais ao mesmo tempo em um só computador, de forma totalmente independente.

Para maiores informações, clique aquí


Compare os 2 tipos de processadores

DURON
Uma linha de processadores populares e de qualidade inferior ao ATHLON, fabricados pela AMD Durom

DUTY ( -diuti )
dever; obrigação




DVD
Digital Video Disc
Disco de vídeo digital
Disco semelhante au CD e que é próprio para o armazenamento de imagens e filmes.

DVD ROM
É o Drive de DVD
O aparelho que le e envia para uma tela as imagens e sons que estão gravadas em um Disco DVD

DVI
Digital Video Interactive
Vídeo digital interativo


DW
Data Warehouse
Armazém de dados
Sistema que quarda e organiza todas as informações que estão espalhadas por vários outros sisstemas dentro de uma empresa.
conjunto de tecnicas que interligadas alimentam um sistema completo de apoio a decisão.

DWF
Driving Web File
Extenção de um novo formato de arquivo usado nas versões mais modernas do Auto Cad para Windows

DWG
Um formato binário usado pelo programa Autocad
Formato de arquivo usado para armazenar dados de desenho criados pelo Auto Desk




DynSite
E um programa cliente de DNS dinamico que vc pode instalar no seu computador.

d

INF


A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

K

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z



Page Views do Portal da Informática . com . br a partir 01 de Agosto de 2005

comercial@portaisdobrasil.com.br
fone: (0xx51) 621-1208